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Viva Feliz
Inteligência emocional
Shutterstock
Algumas empresas costumam prestar atenção na inteligência emocional de seus funcionários acreditando ser um dos requisitos primordiais para a conquista do sucesso. Sem desconsiderar as habilidades do profissional, também se preocupam com o autoconhecimento, uma das ferramentas de maior relevância para o desenvolvimento do intelecto, a tomada de decisões seguras, o domínio do raciocínio e também das emoções.
"A legitimação de um líder está muito mais ligada à QE (inteligência emocional) do que ao QI, pois é da perfeita capacidade de coordenação, persuasão, articulação e inspiração que saem as principais metas de liderança", explica o psicanalista e consultor de empresas, Osório Roberto dos Santos.
Trabalhando o objetivo junto com a emoção, a pessoa adquire um autocontrole e automatiza hábitos corretos, eliminando desta forma caminhos não tão produtivos. Assim como as aptidões práticas, com treino e perseverança é possível tratar a amplitude emocional. A dica para ajudar neste desenvolvimento é que o funcionário faça treinamento, bonificações, participe de palestras e tenha contato direto com os processos relacionados.
